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Mesa presencial de AD&D1e rápida e (nem tão) mortal.

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  Geralmente nos períodos festivos eu encontro com amigos de longa data para fazer o que amigos fazem melhor: Conversar fiado, falar mal dos outros, reclamar sobre o como a vida só piora e como antigamente era tudo melhor, até que foca nos detalhes e reconhece que não era nada. Jogar RPG na rua, sem livro e ser urinado por transeuntes não é nada divertido (não sem algum tipo de fetiche envolvido, pelo menos).  Tirando isso, períodos festivos também são para arrumar o que fazer depois que os assuntos acabam, o que geralmente acontece no segundo ou terceiro dia. Daí sobra tempo e falta o que fazer. Então surge aquela ideia de jogar um RPG de leve.  Nos ultimos anos, especialmente no pós pandemia, eu comecei a estimular a galera a jogar um joguinho simples chamado B/X (incorporado em OSE e LotFP) e deu muito certo. Nas primeiras vezes a gente fez as fichas para eles sentirem como era tudo bem rápido e intuitivo, além de aprenderem as regras básicas do jogo (reaprenderem, por...

Mais um ano de jogatina (Paro quando quiser, não sou viciado, já parei 10 vezes só esse ano)

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Post de início de ano só para não dizer que o blog morreu.   Mais um ano de jogatina passa e mais um começa. Vamos ver até onde essa brincadeira vai.  É muito interessante parar para pensar a respeito do ano que passou e as "conquistas" que rolaram. Os fracassos também, mas esses a gente pensa o ano todo pensando, então é bom pensar no que houve de positivo, para variar.  Eu acho que o termo "conquista" é terrível nesse contexto, do quanto se joga RPG de mesa, é ruim. Daí as aspas. Porque isso é um hobby, não é algo que você deva ficar contando como vantagem ou como  foi sofrido fazer isso durante o ano e finalmente ser superado. Não é fazer flexões, não é mais uns dias de sobriedade. É apenas diversão.  Mas acho importante parar para analisar o quanto você de fato exerceu a função principal do hobby, que é se divertir fazendo mesas e jogando o jogo com pessoas que também o querem fazer, em uma certa constância.  Meu ano teve um buraco de alguns meses ...

[LotFP] Minha experiência com NSFW (No Salvation for Witches)

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Contém SPOILERS pesados do módulo. Estejam avisados.   LotFP é aquele sistema que sempre me desperta interesse, mesmo que não seja necessariamente jogar D&D nele.  Não que as mecânicas não sejam as mesmas, mas muitas vezes (maioria, na realidade) os módulos de LotFP não funcionam como D&D clássico. É curioso, porque o sistema tem o pé firme fincado no B/X (há quem discorde e diga que seja o BE de BECMI. Mas enfim, picuinhas).  O sistema acrescenta, o que na minha opinião, são os melhores elementos já adicionados ao B/X (que inclusive é copiado descaradamente e não reconhecido por vários "designer" do OSR moderno ou fajutos por aí) e isso dá abertura a algumas interpretações diferentes do comum em seus módulos. Não só de temáticas weird, gore e trash vive o diferencial dos módulos de LotFP. Muitos envolvem estilos de jogar diferente. Tem gente que ousa dizer que seus módulos tem mais cara de Warhammer e Call of Cthulhu do que D&D e não estão necessariamen...

Quem coloniza os colonizadores?

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Textinho leve para uma sexta-feira. É bastante curioso observar a ironia nos cantos mais divertidos (para sádicos e masoquistas) das redes e produtos modernosos oriundos da mente do OSRista descolado e super antenado com a voz da vez em paladinagem enlatada, que leu em algum post ideológico da gringa e decidiu replicar aqui. Basta procurar sobre DnD oldschool, especialmente em ptbr, que você se depara com um gigantesco paradoxo da semana. Tem um deles que é bastante popular e já faz um tempo que estava querendo comentar, mas estava com preguiça porque eu sei que sempre vai causar algum drama desesperado e pesar no coração de alguns designers oldschool que nunca nem leram o material fonte além do título do sistema. Mas, como mal divulgo o blog em locais sensibilizados pela dor de existir hoje em dia, pensei: "Por que não?" No máximo virá um ou outro com a alma ferida chorar aqui nos comentários e fazer meu dia. E quem sou eu para negar um divertimento de vez em quando? Entã...

Alguns esclarecimentos sobre CAG "Roleplaying" e "Jeito certo de jogar D&D Oldschool "

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  A paixão eviscerante de alguns fãs me animaram a fazer um post rapidinho hoje sobre algo que respondi em um local que decidiu ficar triste e deletar minhas postagens e de outros para esconder a motivação real por trás da censura. Mas enfim, como diria a imagem no título, "Não iremos a lugar nenhum." Então, posto aqui algumas  das informações deletadas  para o deleite dos fãs e das pessoas comuns que só querem se informar.  Esse texto abaixo engloba a pergunta de dois locais diferentes. A comunidade em questão que citei acima e o JACA . No primeiro, foi perguntado o por quê o  CAG seria tão radical em dizer que seria o jeito certo de jogar D&D oldschool (Nunca disse isso) e que obra x, y, z e os vários Gygax das décadas posteriores ao lançamento do AD&D diziam que não é e etc. O segundo foi o do por quê o estilo rejeita completamente o "roleplaying" (não rejeita). Eu poderia simplesmente linkar as traduções 1 , 2 e  inúmeras outras que o Dustdigg...

Brozer, o filho do #BrOSR (Calma, não é um novo estilo)

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  Como uma segunda parte do texto sobre #BrOSR decidi aproveitar e falar sobre a principal produção que vi do movimento e que muito boa, por sinal.  Fiquei sabendo sobre o Brozer  a partir de uma  excelente entrevista de um dos caras do movimento no canal do Macris no youtube  . O video  mostrava como o cara usava ACKSII junto com AD&D1e (especificamente tabelas de monstros, covil e etc) em seu jogo e com isso produzia campanhas estilo BrOSR "Braunstein" com tudo que tem direito. Fiquei curioso e descobri que tinham lançado um livreto no dtrpg  fui logo lá e baixei para conferir. E...recomendo. Foi a forma mais prática para ver como montar uma campanha que adota os elementos tão peculiares da BrOSR de uma forma bem simples e como funcionaria uma campanha nesse estilo. Se você já leu sobre o BrOSR e sobre a parte que eles gostam ter na guerra cultural online, já sabem o que esperar sobre a forma que o texto é descrito. Mas não deixe isso te desani...

[OSE] Minha experiência com o módulo Winter's Daughter (Dolmenwood)

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  TL;DR: Se você quer um módulo bonitinho com pitadas de weird e contos de fadas e tem preguiça de ler e não tem tempo para se preparar e só quer uma sessão curta de jogo (Jogo jogado, não teatro com fadinha. Explico mais disso no texto). Vai fundo, ela quebra o galho. Mas não espere nada muito satisfatório. Se quer algo completo com múltiplas sessões e dark fantasy, vá para outro lugar.  WD saiu originalmente em 2019 e teve uma versão para OSE e para 5e. Obviamente a versão de 5e tinha várias páginas a mais, mas devido a ficha de monstros da 5e e descrições mecânicas típicas do jogo. Mas a versão que seguiu reprint foi a de OSE(com uma mudança de escolha questionável ) e atualmente vai sair para o sistema contido em Dolmenwood (mais uma vez, com mudanças, na minha humilde opinião, também questionáveis.) tem 24 páginas em formato A5 e cheio de imagens coloridas (muito bonitas, por sinal. Eu achei que ficaria pior colorido, mas ficou top). Ou seja, um micro módulo. Dito isso, m...